Desenrolo, disfarço, corro, me perco, me perco em você, esqueço, enlouqueço, declino, critico... Que nada. Não como sou. Inteiramente como sou. Em busca de(a)ventura e (lou)cura.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
A prova de álgebra.
Era o dia da prova que decidiria sua vida. Só havia um outro concorrente. Eram os dois, sozinhos, naquela micro-sala O sinal de inicialização apitou. Lápis e canetas esfregavam números e fórmulas na folha. Suor em seu rosto. Um branco em sua mente. O branco, não nomeável, em sua mente. Seu concorrente reinava. Ele perdia. Suor em seu rosto. Por um instante, pensou rápido, não eram as fórmulas, era um plano. Sua caneta agora enfiada no pescoço do concorrente. Ele estava morto. O corpo foi ocultado. O Assassino reinava. Voltou ao seu lugar, e pensou na sua vitória. De repente, respingos de sangue escorreram da caneta do Assassino e caíram sobre sua a prova. Era a prova do crime.
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